CIENTISTAS CRIAM NOVA CIRURGIA PARA COMBATER A OBESIDADE

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Um grupo de cientistas fez um teste bem-sucedido em ratos, uma nova técnica de cirurgia que pode tomar o lugar as complicadas e temidas operações de redução de estômago em obesos. Foi o que disse a revista britânica Nature, na última terça-feira (21). Com essa nova cirurgia para combater a obesidade, os pacientes podem ter algo mais seguro e menos complicado.

Esse novo tratamento, foi criado por especialistas do Vanderbilt University Medical Center de Nashville, nos Estados Unidos, se trata de desviar o fluxo de bílis para a parte final do intestino delgado, o íleon. O resultado da perda de peso nos arredores obesos é comparável ao proporcionado métodos mais tradicionais, como a gastrectomia vertical ou a cirurgia bariátrica.

CIRURGIA PARA COMBATER A OBESIDADE 14

A última semana proporcionou uma mínima incisão ao ser via laparoscópica, são usados instrumentos cirúrgicos para reduzir o estômago do paciente e conecta-lo diretamente ao intestino delgado pelo bypass gástrico. A gastrectomia vertical pode reduzir até 90% do estômago do paciente e o órgão fica reduzido a uma espécie de canal com capacidade de absorção aproximada de 50 a 60 gramas.

Os dois casos, resulta na diminuição de alimentos que o paciente passa a comer, ao mesmo tempo, absorve menos alimento do que realmente foi ingerido. Por isso, estão entre os melhores meios cirúrgicos para redução de peso duradoura, revertendo os sintomas de diabetes.

Estudos realizados anteriormente também mostram que os ácidos biliares potencializam os “efeitos metabólicos positivos” produzidos pellos bypasses gástricos. Sabendo disso, Abumrad e seus colegas conectaram a vesícula biliar de ratos obesos em diferentes partes do intestino delgado e depois fizeram a comparação dos “benefícios metabólicos” da intervenção com os de um bypass após oito semanas da cirurgia.

Especialista descobriram que a simples injeção do fluxo de ácido biliar no íleon é suficiente para obter efeitos parecidos aos geradores por “procedimentos cirúrgicos tradicionais mais complicados”. De acordo com os estudantes do caso, esses efeitos são consequência de uma redução na absorção de gordura no intestino delgado e a mudanças na microbiota (flora intestinal).

Embora o novo procedimento seja mais simples e menos invasivo que os outros, os pesquisadores alertam que a segurança e eficácia a longo prazo ainda não foram determinadas. Ainda pontuam que a técnica pode não ser válida para pacientes que as vesículas biliares foram retiradas.

Cirurgia para Combater a Obesidade

Existem algumas cirurgias que combatem a obesidade, a mais comum é a de redução de estomago, porém, é importante saber que: A cirurgia pode não ter o resultado esperado. É claro que, em um grande número de casos a cirurgia dá certo, porém, não é sempre. Há pacientes que continuam se alimentando normalmente, assim, o estomago pode voltar a esticar. Ou seja, após a cirurgia é preciso mudar a alimentação para algo mais saudável e manter a dieta.

Após dois anos da cirurgia, o paciente estabelece seu peso mínimo, a não ser que mude por cirurgias estéticas ou atividades físicas.

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