O MELHOR TRATAMENTO PARA TOC


Essa doença tem o nome bastante conhecido, porém não são todos que estão completamente informados sobre o Transtorno Obsessivo Compulsivo, também conhecido como TOC. Muitos pensam ser uma doença rara, mas não, ela está bastante presente em nosso cotidiano. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), casos dessa doença vem crescendo anualmente. Calma, TOC não representa o fim da vida e a medicina pode ajudar a combater com tratamento eficaz. Não existe um melhor tratamento para TOC, cada paciente tem seu próprio processo e cura.

O TOC é algo que é feito com exagero, e caso não, a pessoa pode pirar caso algo não esteja da maneira que deseja. A pessoa que tem TOC pode ter medo de contaminação, preocupação exagerada com ordem/simetria ou exatidão, pensamentos de conteúdo inaceitável (violência, sexuais ou blasfemos), compulsão por armazenar objetos sem utilidade e dificuldade em descarta-los. Uma mesma pessoa pode ter diversos TOCS, o que pode dificultar o tratamento.

TRATAMENTO PARA TOC

TRATAMENTO PARA TOC ALTERNATIVO

O TOC se resume em ansiedade e compulsão, o indivíduo apresenta crises graves em relação esses dois males.

Grande parte dos tratamentos alternativos são baseados em relaxamento e no combate à ansiedade. Somente quando o indivíduo consegue a controlar o nervosismo, se pode dizer que apresentou progresso. Podemos taxar como tratamentos alternativos áreas como sessões de relaxamento, acupuntura, psicoterapia entre outros.

Tratamento farmacológico

Existem muitos níveis da doença, e com diferentes formas de tratamento, não é sempre que se pode fugir do uso de farmacológicos. Mas em alguns casos o uso de medicamento é sempre seguido de resultados gratificantes, tendo uma ação rápida e em um controle maior sobre a doença.

Os farmacológicos receitados, são chamados de antidepressivos inibidores da receptação de serotonina, que se classifica exatamente usados contra a depressão.

Tratamento psicológico

Através de sessões de psicanalise é realizado o tratamento, onde o indivíduo e o psicanalista se encontram e conversam, semanalmente, pode ser com mais frequência dependo do nível da doença. Nesse caso, o interesse da família é fundamental.